sábado, dezembro 23, 2006


Não me consumas, não me consumas mais.
Pára de me consumir que tu abusas, sempre cada vez mais.
Não é fácil de ingerir, pára de me consumir

Não sou coisa nova para a tua moda
Não sou a trança do teu penteado
Nem o cabide do teu novo fato
Sempre gostaste de ser, a cópia do geral parecer
Não sou o espelho da tua vaidade
Nem a pastilha do teu á vontade
Não comigo não
Não sou canal de televisão
Creme de noite, creme de dia
Um que endurece outro que amacia
TRATAS MUITO DA FACHADA
POR DENTRO NÃO TRATAS NADA

1 comentário:

Anónimo disse...

(Finalmente adicionei este bloggggg! lol)

É isso mesmo, tb nao gosto de pessoas assim, meto-as logo na borda do prato, nem dou hipotese!

Ano novo, vida nova!

Besitosssss * * * * * * * * * k