
Não me consumas, não me consumas mais.
Pára de me consumir que tu abusas, sempre cada vez mais.
Não é fácil de ingerir, pára de me consumir
Não sou coisa nova para a tua moda
Não sou a trança do teu penteado
Nem o cabide do teu novo fato
Sempre gostaste de ser, a cópia do geral parecer
Não sou o espelho da tua vaidade
Nem a pastilha do teu á vontade
Não comigo não
Não sou canal de televisão
Creme de noite, creme de dia
Um que endurece outro que amacia
TRATAS MUITO DA FACHADAPOR DENTRO NÃO TRATAS NADA